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A mulher que se escolhe
Existe um momento na vida em que a gente cansa de se explicar, de se diminuir, de se moldar para caber. E começa a sentir uma sede silenciosa por algo mais verdadeiro: se ver com honestidade, se amar com coragem e crescer com consistência . Este texto é um convite. Não para “virar outra pessoa”, mas para voltar para si — com maturidade, firmeza e gentileza. Amor-próprio não é vaidade: é direção Muita gente confunde amor-próprio com estética, pose ou frases bonitas. Amor-próp
Ana Olliveira
31 de jan.3 min de leitura


Quando a culpa vira muleta: o dia em que você decide parar de culhar o ex e começar a crescer
Tem uma armadilha silenciosa que prende muita gente no mesmo lugar por anos: transformar o ex em responsável por tudo . Não é sobre “passar pano” pra erro de ninguém. Às vezes houve, sim, dor, negligência, mentira, imaturidade. Mas existe uma diferença enorme entre reconhecer o que aconteceu e fazer da história um palco eterno , onde você é sempre a vítima e o outro é sempre o vilão. Porque quando a culpa é sempre do outro… você não precisa mudar nada.E isso parece confortáve
Ana Olliveira
30 de jan.3 min de leitura


Quando a dor vira espetáculo: um convite ao silêncio que cura
Existe um tipo de sofrimento que não pede ajuda — pede palco.Ele se alimenta de versões, de acusações, de “testemunhas” e de aplausos discretos.Por fora, parece força. Por dentro, é apenas ferida aberta tentando provar que tem razão. Mas a verdade é simples: quem está em paz não disputa narrativa — segue. Este texto não é para “ganhar” de ninguém.É para lembrar que, depois de um fim, ainda existe um caminho: o da dignidade .E, quando existe um filho, existe algo maior do que
Ana Olliveira
29 de jan.3 min de leitura


Vitimismo pós-divórcio: quando culpar o ex vira desculpa pra não crescer
Depois de um término, muita gente sente medo, raiva, frustração e insegurança. É humano. O problema começa quando esses sentimentos viram uma identidade — e a pessoa passa a organizar a vida inteira em torno de uma narrativa: “eu sou a vítima, o outro é o culpado, e por isso eu não consigo caminhar.” Em vez de reconstruir a própria autonomia, a pessoa se prende ao passado, ao ex, e transforma o divórcio numa espécie de “prova eterna” de que a vida não anda porque alguém “est
Ana Olliveira
27 de jan.3 min de leitura


Quando o conflito do casal vira “guerra” e quem paga é o filho
Em separações, é comum existir mágoa. O problema começa quando a dor vira narrativa permanente, ataques repetidos e, pior, quando o filho passa a ser usado como válvula de escape emocional ou instrumento de disputa. Em muitos casos, a pessoa insiste em dizer que “foi traída” como forma de sustentar uma posição de vítima e justificar agressões verbais constantes. Só que, se o relacionamento terminou e o ex iniciou outra relação depois de sair de casa e encerrar a convivência,
Ana Olliveira
26 de jan.3 min de leitura


O Olhar do Direito: Alienação e Poder Familiar
A mãe que desqualifica o pai para o filho ("pai é desestabilizado emocionalmente") e, ao mesmo tempo, tenta controlar a vida do filho mesmo ele morando com o pai (interferência excessiva), mas se exime das responsabilidades quando há problemas ("quando o bicho pega é o pai que é responsável"), demonstra um comportamento típico de Alienação Parental e um desequilíbrio no exercício da Corresponsabilidade Parental. O Direito trata essa situação sob a ótica da Lei de Alienação

Rafael Leon
4 de dez. de 20253 min de leitura


Quando o fim chega: por que parar de se humilhar é o primeiro passo para se reconstruir
O fim de um relacionamento nunca é simples. Para muitas mulheres, especialmente quando houve anos de tentativas, brigas, reconciliações e desgaste emocional, aceitar que acabou é quase como aceitar que uma parte da identidade também precisa ser reconstruída. E é justamente nesse momento que algumas passam a se humilhar, implorar atenção ou insistir em algo que já não existe — um comportamento que, apesar de humano, traz ainda mais dor. Este artigo é para você, mulher, que est
Ana Olliveira
26 de nov. de 20253 min de leitura


A “Ex que Culpa a Amante”: Entenda Por Que Essa Narrativa é Tão Comum — e Tão Distante da Realidade
Em muitos atendimentos jurídicos, especialmente em casos de família, uma frase aparece com frequência: “Ele saiu de casa por causa da amante.” Essa narrativa é tão repetida que quase virou um roteiro pronto. Mas será que ela realmente reflete a verdade? Ou é apenas a forma mais fácil de explicar o fim de um relacionamento que já vinha sendo desgastado há muito tempo? A versão que preserva a imagem Para muitas ex-esposas, dizer que o homem deixou o lar por causa de outra mul
Ana Olliveira
26 de nov. de 20252 min de leitura


O Preço da Projeção: Quando a Culpa Excede a Responsabilidade Pessoal
O término de um relacionamento é quase sempre um terreno fértil para a reavaliação e o ajuste de contas . É um momento onde ambos os indivíduos são confrontados com suas escolhas, seus sacrifícios e, inevitavelmente, seus erros . Contudo, em algumas narrativas pós-divórcio, um padrão doloroso e destrutivo emerge: a completa exclusão da responsabilidade pessoal e a projeção total da culpa no ex-parceiro. Esse fenômeno é particularmente notável quando uma das partes, frequente
Ana Olliveira
26 de nov. de 20253 min de leitura


A Lei Maria da Penha e o Desafio das Falsas Denúncias: Legislação e Jurisprudência
O Propósito e a Força da Lei Maria da Penha A Lei n.º 11.340/2006 (Lei Maria da Penha - LMP) foi criada para instituir mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Seu mérito é inquestionável na proteção da vida e da integridade física, psicológica, sexual, patrimonial e moral de milhões de mulheres. Para garantir a proteção imediata, a lei prevê a concessão de Medidas Protetivas de Urgência (MPU) , que podem ser aplicadas pelo juiz (ou em situaçõe
Ana Olliveira
26 de nov. de 20255 min de leitura


O Fim do Casamento e o Desafio da Responsabilidade Compartilhada: A Construção de Narrativas no Pós-Término
O término de um relacionamento longo é, invariavelmente, um processo de luto e reorganização. Quando a separação envolve a formação de novas parcerias e a presença de filhos, o campo de batalha emocional se intensifica. Neste cenário, é comum que a dor e a dificuldade de aceitar a nova realidade levem à criação de narrativas simplificadas sobre o que levou ao fim do casamento. A busca por um culpado claro e a resistência em reconhecer a própria contribuição para o fracasso c
Ana Olliveira
26 de nov. de 20253 min de leitura


A Batalha Silenciosa Pela Paternidade: Quando o Divórcio Vira Proibição
Em meio ao turbilhão de emoções que um divórcio desencadeia, há uma dor que, muitas vezes, é silenciada ou mal interpretada: a dor do pai que só quer ser pai . É crucial entender a diferença: este pai não está em guerra para "destruir" ou "diminuir" a mãe. Ele está em uma luta desesperada e legítima para exercer um dos papéis mais importantes de sua vida: a paternidade . A Punição que Atinge os Filhos Infelizmente, é um cenário comum. Após o fim do relacionamento, o divórcio
Ana Olliveira
20 de nov. de 20254 min de leitura


O Olhar do Direito: Alienação Parental
Quando a genitora (mãe), que muitas vezes detém a guarda, atua de forma a proibir ou dificultar o contato e a convivência do pai com a filha (o), a situação é tratada pelo Direito e pela Psicologia como Alienação Parental , e não como abandono afetivo (embora as consequências sejam semelhantes para o pai e para o filho). A diferença crucial é que, no abandono afetivo, a omissão é do pai; na Alienação Parental, há uma interferência ativa e ilícita da mãe. O ordenamento juríd
Ana Olliveira
19 de nov. de 20253 min de leitura


O Olhar do Direito: Deveres e Corresponsabilidade
O papel do pai vai muito além da pensão alimentícia e do provimento material. Sua presença ativa, especialmente nos processos de saúde e inclusão dos filhos, é um direito da criança e um dever legal e moral, sendo fundamental para o desenvolvimento emocional e social saudável. A legislação brasileira estabelece a corresponsabilidade dos pais, indo muito além da obrigação financeira. O foco é o Princípio do Melhor Interesse da Criança e do Adolescente . Legislação Relevant
Ana Olliveira
19 de nov. de 20253 min de leitura


"Meu Filho é Minha Arma": O Crime Silencioso que a Mídia Não Mostra e a Justiça Luta para Ver
O relacionamento acabou. O amor se foi, talvez o respeito também. Em um mundo ideal, cada um seguiria seu caminho, e a única coisa que ainda uniria o ex-casal seria o cuidado e o amor pelos filhos. Mas este não é um mundo ideal. Para muitos pais (e, sejamos francos, mães também, embora o debate seja complexo), o fim do relacionamento não é o fim da guerra. É apenas o começo. E nesse campo de batalha doentio, a arma mais covarde e cruel é escolhida: os próprios filhos. Começa
Ana Olliveira
17 de nov. de 20253 min de leitura


"Meu Filho Mora Comigo, Mas Me Despreza": O Que Fazer Quando a Alienação Parental Continua Sob o Mesmo Teto?
Ele mora com você, mas obedece a ela. Entenda por que seu filho o desrespeita e como quebrar esse ciclo de dor sem destruir o que resta da relação. Este é, talvez, o cenário mais cruel e psicologicamente desgastante da alienação parental: aquele em que o pai, após anos de luta, consegue a guarda do filho (ou o filho passa a morar com ele), mas nada muda. O filho está fisicamente presente, mas emocionalmente ausente. Ele o trata com desprezo, desrespeita suas regras e atua com
Ana Olliveira
17 de nov. de 20254 min de leitura


A Farsa da Aceitação: Como a Romantização Sabota Direitos e Constrói uma Armadilha para a Vida Adulta
A crescente visibilidade do autismo, impulsionada por figuras públicas e pela mídia, é uma faca de dois gumes. Se por um lado ela quebra estigmas, por outro ela cria uma narrativa dominante perigosa: a da romantização . Esta visão idealizada, focada no "anjo azul", no "gênio incompreendido" ou na "lição de amor", não é apenas ingênua; ela é politicamente paralisante e prepara uma armadilha cruel para os próprios autistas na transição para a vida adulta. O "filtro do privilégi
Ana Olliveira
14 de nov. de 20254 min de leitura


O Preço da Romantização: O Viés Oculto no Debate sobre Autismo
Esta é uma análise complexa e crucial. A crescente visibilidade do Transtorno do Espectro Autista (TEA) na mídia, impulsionada em grande parte por figuras públicas e ativistas, tem sido fundamental para combater o estigma. No entanto, essa mesma visibilidade frequentemente traz consigo um "filtro" de privilégio, criando uma narrativa romantizada que pode, inadvertidamente, prejudicar a maioria. O Preço da Romantização: O Viés Oculto no Debate sobre Autismo Nos últimos anos, o
Ana Olliveira
14 de nov. de 20254 min de leitura


O Ponto Cego da Câmera: A Mídia Oculta o Processo, Nunca o Evento
A mídia mainstream é viciada em eventos . Ela é mestre em cobrir o "agora": o acidente, o escândalo político, o crime da noite, a última briga nas redes sociais. Ela nos mostra a fumaça com uma clareza espetacular. O que a mídia sistematicamente oculta, no entanto, é o processo . Ela nunca mostra o fogo. O maior tabu da mídia não é um assunto específico, como sexo ou morte; é a própria estrutura das coisas. Ela se recusa a apontar a câmera para as engrenagens do poder, pref
Ana Olliveira
13 de nov. de 20253 min de leitura


O Roteiro Invertido:Os Tabus Familiares que a Mídia se Recusa a Mostrar
Na novela, no cinema e no noticiário, o roteiro é claro e repetido à exaustão: o homem trai, o homem é o agressor, o homem abandona a família em busca de ambição. Ele é o provedor, mas também o vilão em potencial, o agente do caos. Em contrapartida, a mulher é a cuidadora, a vítima do abandono, a "mãe guerreira" que segura as pontas moral e emocionalmente. Mas o que acontece quando o roteiro se inverte? O que acontece quando é a mulher quem trai e abandona o lar por outro rel
Ana Olliveira
13 de nov. de 20254 min de leitura

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